O Estupro de Babalon

Há alguns meses eu escrevi um artigo sobre minhas experiências com sexo e poder dentro do mundo do ocultismo contemporâneo. Após a tormenta, um amigo veio me visitar e ele disse para mim: “Eu estou curioso, pois parece que ficou faltando alguém. Por que, em seu grande libelo contra o abuso mágico, você poupou o Irmão X?” E quanto mais eu pensava sobre isso, mais eu via que ele estava certo. Que eu havia jogado fora os grilhões daqueles outros, mas ainda continuava sob o poder do Irmão X. E, à medida que eu pensava sobre minhas experiências e na maneira como atribuí dor e vergonha a elas, eu percebi que eu estava sendo uma hipócrita. E à medida que a percepção aumentava, eu tomei a decisão de preencher um formulário de queixa oficial de atitude não-fraterna. E enquanto eu tentava expressar o todo da história complicada, fodida, por e-mail para homens que eu nunca encontrei, eu percebi que eu precisava de um fato, um crime, uma acusação de uma só sentença, se pretendesse que minhas reivindicações fossem vistas com alguma simpatia, se pretendesse ter alguma chance na justiça (pois a Justiça trabalha em preto-e-branco). Manipulação, mentira, gaslighting, ostracismo, isolamento, abuso — esses são difíceis de explicar, as definições e atribuições de culpa são muito flexíveis. “Okay”, eu disse, “Bem, e quanto àquela vez que ele me estuprou?”

Aconteceu na noite anterior ao meu Primeiro Grau, no quintal dele, com sua esposa e filhos no andar de cima da casa. Ele contou a história primeiro orgulhosamente (eu não tinha memória do fato): eu estava bêbada, e eu caí, e então ele disse: “enquanto você está aí embaixo” e enfiou o pau na minha boca. Eu mordi, ele disse, e realmente machucou. Então, como vingança, ele me empurrou, abaixou meus jeans e fodeu a minha bunda.

Depois, quando eu expressei o quão profundamente aquela noite tinha me machucado, ele alegou que tinha “entendido mal qual era a minha”: ele pensou que eu estava fazendo toda a coisa da ‘Prostituta Sagrada’, e então ele me usar era aceitável e justificável como um Ato Sagrado, rejuvenescendo seu corpo e trazendo o Novo Aeon.

Não foi a pior coisa que ele tinha feito, no meu ponto de vista. Não foi a coisa que mais me machucou. Foi a mentira — a incessante, desavergonhada mentira. Mas Estupro é Errado. Se eu posso provar que ele me estuprou, então ele é inquestionavelmente uma Pessoa Ruim. Pois se ele não for um Estuprador, e portanto uma Pessoa Ruim, então ele só é um idiota confuso, e seu comportamento é aceitável. É isso que está em jogo. E é por isso que nós achamos tão detestável proferir a palavra ‘estupro’, certo? Porque nós somos magistas, somos um grupo ostracizado de pessoas profundamente empáticas e nós odiamos produzir párias.

Eu trouxe esse assunto à tona com minha irmã, que absolutamente não está envolvida com magia. Imediatamente ela descreveu a si e a suas amigas discutindo essas coisas, descrevendo suas próprias experiências. Dez jovens mulheres sentadas num bar, cada uma delas tinha uma experiência de estupro ou agressão, e nenhuma delas sentia que era apropriado usar a primeira palavra. “Elas chegaram no final de suas histórias”, ela disse, “e murmuraram, por detrás das mãos, sem qualquer contato visual, como se estivessem embaraçadas em falar”. Estupro é normal.

Eu lembro de um amigo meu dizendo que devíamos normalizar a palavra boceta. Boceta, boceta, boceta, boceta. Bem, eu sinto o mesmo sobre estupro. Estupro estupro estupro estupro. Vamos todos falar de estupro. E vamos chamar isso de estupro, não de abuso, não de agressão, ou sexo ruim. Vamos parar de tratar a palavra como um tabu — pois o ato não é.

“Que a Mulher Escarlate se acautele! Se a piedade e a compaixão e a ternura visitarem seu coração; se ela deixar meu trabalho para brincar com velhas doçuras; então minha vingança será conhecida. Eu matarei sua criança para mim: eu alienarei seu coração: eu a expulsarei dentre os homens: como uma prostituta encolhida e desprezada ela rastejará através das ruas escuras e úmidas, e morrerá fria e faminta.

“Mas que ela se erga em orgulho! Que ela me siga em meu caminho! Que ela trabalhe o trabalho da perversidade! Que ela mate seu coração! Que ela seja estrondosa e adúltera! Que ela seja coberta com joias e ricas vestimentas, e que ela seja desavergonhada ante todos os homens!”

– Liber AL vel Legis

Ser desavergonhada ante todos os homens. Você acha que essa sacerdotisa coroada e conquistadora, com lápis nos olhos e peito nu é desavergonhada? Eu te direi como desavergonhada se parece. Que ela se erga em orgulho! Você acha que essa garota dançante é orgulhosa? Eu vou te mostrar orgulho. Essa mulher orgulhosa e desavergonhada está, com sangue gotejando e vestido rasgado, gritando como uma banshee e atropelando todos os pequenos cães que latiriam para ela “Faça Silêncio”.

“Nem ficou ela envergonhada, ouvindo a gargalhada dos pequenos cães do inferno”.

– Liber Ararita

Pois tem zumbido ao redor de minha cabeça como abelhas essas histórias, as histórias de minhas Irmãs. Pois para cada homem que dedicou tempo para responder ao meu artigo, escrevendo que tudo isso era minha culpa, e que eu não estava fazendo nada além de trazer descrédito a Thelema, eu tive cinco mulheres me escrevendo para falar que eu dei palavras a sentimentos que elas não podiam expressar.

Porque enquanto nós estivemos ocupados estabelecendo nossa irada deusa-da-foda Babalon (que Ela perdoe tal blasfêmia) e celebrando o sexo como um ato mágico e sagrado, nós não deixamos um espaço conceitual para o estupro num contexto mágico. Em um nível, eu posso enxergar a lógica. A Magia acontece pela mecânica de ultrapassar tabus. O estupro é um outro aspecto disso, e precisamos cunhar e reconhecer as propriedades transformadoras, o poder de nossas próprias reações, nossa habilidade de nos adaptar ao ambiente, blá blá blá. E nós convenientemente circum-navegamos o fato de que estupro não é tabu. Estupro é normal. E nós convenientemente fracassamos em perceber que, ao manter o sexo e o prazer feminino como algo santo e sagrado, nós inevitavelmente damos mais poder ao estupro e ao abuso sexual. E precisamos explorar e expressar essas coisas se não for para elas se tornarem o mecanismo de nossa própria destruição.

Nós pensamos que esse modelo de Babalon é tão revolucionário quando ele diz que as mulheres são responsáveis, que elas podem mudar seus mundos. Essa não é uma revolução, mas a descendência grotesca da Virem Maria, uma verdadeira Abominação. O Imperador vestido com fantasia Babilônica declara que, “num mundo que propaga sua opressão em cada canto, você precisa tomar responsabilidade por si mesmo”. Que grotesca reductio ad absurdum da fórmula divina. Nós somos deuses, agora. E deuses não se sentam à parte e em silêncio em véus pintados. Há força no indivíduo, mas isso não é Dela. A força Dela se encontra na recusa de sentar-se à parte e em silêncio enquanto testemunhamos o estupro de nossas irmãs, de nossas amigas, de nossas mães e nossas filhas.

Eu vou dizer isso uma vez, e claramente: a aurora de Babalon não é a realização do desejo do Homem, mas seu reajuste. O Aethyr não pertence mais ao falo: a kteis nunca se foi, estava apenas esperando.

Você grita “recuperem a Prostituta!” e perde totalmente a droga do ponto do exercício. Essa visão de uma sacerdotisa artisticamente rebaixada, deusa-da-foda, caça-níqueis blasfema o próprio sentido de Sua santidade. Ela grita: “Há santidade na Sujeira!”e você responde: “Não há Paraíso! Toda a grande massa da experiência humana pode ser encontrada nessa bola de merda”. Bem, uma Prostituta Sagrada está sujeita à Vontade de Babalon, não a do Homem. Dela é o Rito Divino e Sangrento, não um foco suave realizador de desejo.

“Vinde adiante, ó crianças, sob as estrelas, & tomai vossa plenitude de amor.”

— Liber AL

Há sexismo no coração de Thelema porque Thelema e magia são sobre a diferença sexual. Isso tem o potencial de nos oferecer caminhos revolucionários, transformadores da compreensão de gênero e sexualidade, mas em contrapartida nós apenas a usamos para perpetuar baboseiras muito convenientes do velho Aeon. E eu estou farta pra caralho dessa blasfêmia, dessa profanação. Essas hashtags e aulas estão colocando emplastros sobre uma ferida velha, infectada, uma que já causou sépsis bem no fundo. Não haverá cura até que a ferida seja cauterizada e o veneno removido.

E, sabe, para um movimento tão letrado, nós somos obscenamente ignorantes de nossa própria história. Por que, como ambiente, temos esse buraco gigantesco onde deveria haver o reconhecimento e a compreensão dos mundos entrelaçados do sufrágio, do feminismo e do ocultismo na virada do século XX? O ambiente oculto costumava ser um lugar de poder feminino genuíno, quando o resto do mundo mantinha mulheres em cozinhas e confinamentos. Blavatsky, David-Neel, Naglowska, Besant, Mathers, Farr e Fortune, não importam as espiritualidades ocultas criadas e expressadas por algumas das mais proeminentes sufragistas da história. Então, que porra aconteceu?

E então eu me dei conta que muitos homens ocultistas são feministas de poltrona. Eles gostam de suas deusas briguentas, mas eles não entendem que feminismo não é sobre espiritualidade, ou sexualidade ou símbolo, não primeiramente. É sobre a condição de ser pessoa. O direito a votar; o direito a ter propriedade. Isso é pelo que as sufragistas fizeram campanha. O direito de ser uma pessoa à parte de um homem — e isso é o que eu luto para ver no mundo ocultista dominado por homens. Nós alegamos consagrar a dualidade, mas a coisa toda me parece muito mais um sonho molhado de um garoto fã de Hargrave Jennings, que alguma coisa que se aproxime de uma verdade mágica.

“Entretanto, desejo que entendais que Cristo é o Cabeça de todo homem; o homem, o cabeça da esposa; e Deus, o cabeça de Cristo”

— 1 Coríntios 11:3 (versão King James)

“Todo homem e toda mulher é uma estrela”.

— Liber AL

Nós pedimos pela condição de pessoa, e nos foi dada a condição de mulher. Mas todo homem e toda mulher é uma estrela, e agora nós mulheres reivindicamos nossa condição estelar. A você — a você foi entregue a condição estelar numa pátena dourada. Nós a conquistaremos com a ponta de uma espada.

“O Khabs está no Khu, não o Khu no Khabs”

— Liber AL

Eles dizem que não podemos arruinar a vida de um homem por causa de uma noite, uma atitude. Por que não? Eles arruinaram a delas. Eles alteraram sua topografia erótica para sempre. Um corpo de estrelas jogado contra a lama. O estrume fará o jardim crescer, é verdade; mas haverá ópio de alface e mandrágora onde antes houvera papoulas e árvores antigas. A terra que é bem cuidada produz ricas safras. A terra que foi minada irresponsavelmente com grandes brocas fálicas em busca do ouro negro — essa terra se erguerá em protesto e estremecerá a civilização. E então nós choramingamos que a terra tenha uma reação equilibrada ao desequilíbrio que nós causamos?

Corpos são geografias, maduros para a exploração. Você, você é o colonizador, o condutor de escravos. Você entrou nos templos sagrados sem permissão; invadiu e saqueou e declarou que eram seus. E eu, sacerdotisa do mais íntimo, ainda tentando envolver ao meu redor os trapos do meu véu e estancar o sangue que flui entre minhas pernas, aceitei esse grande falo estocante e seu clamor de ser o verdadeiro segredo da magia sexual. A todo-criadora varinha fálica. Sim, você tomou posse e em seguida empilhou heresia sobre heresia, declarou a prostituta das prostitutas, uma virgem inviolada e posse tua; apenas você está apto para adentrar nas cavernas sagradas, cujos mistérios você redefiniu. Não mais.

Porque enquanto estivemos ocupados discutindo que o sexo é bom, e divino, e não maligno, nós perdemos espaço que precisamos para dizer que alguns sexos são ruins. Alguns sexos são malignos. Fazer sexo não destrói uma mulher; mas fazer sexo pode destruir uma mulher. Não por causa de seu pecado, mas porque ela foi traída; por causa do mau uso de algo que, corretamente usado, pode levar à extrema divindade. Incorretamente usado, pode levar à degradação extrema.

Como posso expressar minha dor sem me falarem que estou histérica, fazendo muito barulho, que eu devo simplesmente ‘superar’? Como eu explico que eu não posso, quando isso está por toda parte, e acontece todo dia, e todo lugar para onde eu olho eu vejo a dinâmica de poder acontecer de novo e de novo. Pois essas experiências não apenas alteraram minha topologia — elas alteraram o modo que eu olho para o mundo.

Quando o #metoo estava rolando eu vi muita coisa do tipo “sua irmã, sua esposa, sua mãe, elas passaram por isso” — bem, e quanto ao outro lado? Porque a maioria dessas histórias não eram sobre estranhos, eram sobre amigos e amantes. Isso é que é tão aterrorizante. Então pense sobre isso — se toda mulher que eu conheço foi agredida, então quantos homens eu conheço que agrediram uma mulher? Quantos foderam ela quando ela estava muito bêbada para dizer não?

“Ó amante, se tu queres, parte! Não há laço que possa unir o dividido senão amor: tudo além é uma maldição. Amaldiçoado! Amaldiçoado seja pelos aeons! Inferno.”

— Liber AL

E eu me dei conta do ponto crucial da questão: há dois tipos de pessoas nesse mundo. Aquelas cujo código ético gira em torno da questão: “Como posso me safar?” e aquelas que buscam ser ativamente éticas, encorajar e promover a condição estelar de outras pessoas. Para mim é evidentemente óbvio qual dessas Thelema demanda. Tristemente, esse não parece ser um conhecimento corriqueiro.

Suas irmãs não são fracas por precisarem de proteção — uma forma tóxica de masculinidade foi permitida de se perpetuar sem controle, e cabe a vocês, meus irmãos, bem como a vocês, minhas irmãs, corrigirem esse erro.

Eu não estou jogando o jogo da Mulher Escarlate direito, estou? Bem, foda-se o seu jogo e ele permite, justifica misoginia. Se você vai jogar seu jogo com dados viciados que resultam em estupro a cada terceiro arremesso, então não sente aí e reclame que nenhuma mulher quer jogar com você, como se fosse um resultado inexplicável e a única causa possível deva ser que as mulheres não são fortes o bastante, ou inteligentes o bastante, ou estão irracionalmente despreparadas para aturar essa baboseira.

“Adora-me com fogo & sangue; adora-me com espadas & com lanças. Seja a mulher cintada com uma espada ante mim: flua o sangue em meu nome. Pisoteia os Bárbaros; seja sobre eles, ó guerreiro, Eu lhe darei de sua carne para comer!”

— Liber AL

Sim, a Mulher está cintada com uma espada ante mim — “mas Ela poderia só ficar ali, naquela chaise lounge, e posar para algumas fotos? Cristo! não balance de verdade essa coisa, é apenas para fins decorativos!”

DEDIT!

“Por que você está tão brava?!” eles exclamam, machucados e de coração partido que o ato de Amor deles tenha causado lágrimas. “Você sempre parece tão brava!” eles exclamam, confusos.

E o Cavaleiro Branco entra em cena, “mas eu não fiz nada! Por que você está brava comigo?”

E as mulheres entram no coro: “você é uma mulher!”, exclamam os pequenos cães, “você não está acostumada com isso até agora? Por que você está tão brava?”

Eu estou com raiva. Eu estou com raiva de mim mesma e sim, estou com raiva de você, meu caro leitor. Estou com raiva que tenha sido permitido que isso continuasse por tanto tempo, que tenha sido permitido que essa infecção se espalhasse, sem controle, até que fosse coexistente com a própria magia. Estou com raiva de você e estou com raiva de mim e estou com raiva de todos nós que permitimos que isso se perpetuasse. Estou até mesmo com raiva daqueles que desafiaram, que falaram. Por que vocês não gritaram mais alto? Por que nós não colocamos o templo deles abaixo?

Estou com raiva. E estou farta da minha raiva ser censurada, da minha raiva ser inapropriada. De ser desagradavelmente feminina. Estou farta de amortecer meu fogo e fúria para fazer meu apocalipse mais palatável de se ler. Chamem meu sangue e entranhas e fogo e fúria de poesia, e me dêem o mesmo benefício da dúvida que nós damos ao nosso amado profeta.

DEDIT!

Eu não vou fazer silêncio. Eu não vou fazer o silêncio da serva, o silêncio da posse, o silêncio da taça, o silêncio do útero. Sim, nós somos fortes, sim, nós nos erguemos; mas somos fortes porque fomos machucadas; nos erguemos porque fomos estupradas, não apesar disso. Sim, você fala sobre Babalon se erguendo. Você acha que Ela vai se erguer e flutuar no meio dessa baboseira? Você acha que Ela vai sorrir e acenar com a cabeça e ir embora calmamente quando eles disserem a Ela que estupro abuso agressão manipulação e uso — condição de objeto, não condição estelar — quando eles disserem a ela que essas coisas são necessárias para servir a causa Dela?

DEDIT!

A palavra do pecado é Restrição. Eu manterei silêncio na Santidade das Santidades mas eu irei gritar e reclamar e me enfurecer no pátio do templo, como fez Cristo antes de mim. Meu nome é Soror Laleo, e eu sou aquela que fala.

DEDIT!


Autora: Irmã Georgia

Nota: este artigo foi traduzido e publicado no site sob autorização da autora. O original (The Rape of Babalon) pode ser lido no site Thelemic Union, em Inglês, clicando aqui. Acreditamos ser importante comunicar que o caso foi levado adiante pela Grande Loja do Reino Unido, investigado e lidado de acordo com os regulamentos da Ordem. Lembramos também que, de acordo com os regulamentos da O.T.O., qualquer forma de agressão física a um membro por outro membro é punível com expulsão e que a condenação por crimes civis graves (considerados como hediondos segundo a legislação brasileira) também são puníveis com expulsão da Ordem. A Ordo Templi Orientis possui zero tolerância a esse tipo de comportamento e dispõe de mecanismos para lidar com este tipo de situação, mecanismos estes que estão sendo revisados e melhorados para que tal absurdo não se repita. Infelizmente, o caso levado a público em redes sociais está gerando uma imensa quantidade de informações truncadas, incorretas ou falsas por meio de pessoas que, seja por não terem acesso às mesmas ou por não as buscarem, não dispõem de real conhecimento dos acontecimentos e seus desdobramentos. Por isso, pedimos a qualquer um que tenha dúvidas sobre o assunto, que entre em contato direto conosco ao invés de buscar informações em fontes terceiras.